Lançamentos no mundo

A influente e organizada ação de um grupo políticoInvisible HandsKim Phillips-FeinNorton358 págs., R$ 67 Invisible Hands - The Making of Conservative Movement From the New Deal to Reagan conta a história de um pequeno grupo de homens de negócio bem-sucedidos que consagrou uma atitude capaz de ditar os rumos da política durante décadas. Muito antes da "guerra cultural" travada entre os conservadores e os liberais, nos anos 1960, esses indivíduos - que rejeitaram o New Deal, implementado num delicado momento da história americana - se organizaram para consolidar uma força poderosa, que fundaria instituições de estudos e lançaria tentáculos em várias direções (como os sindicatos, por exemplo). Kim Phillips-Fein é professora assistente na New York University?s Gallantin School.O presidente F. Roosevelt visto em seu círculo familiarTraitor to His ClassH.W. BrandsDoubleday890 págs., R$ 91,87 Este livro traça a biografia do democrata Franklin D. Roosevelt (1882-1945), considerado por muitos o maior presidente dos Estados Unidos, respeitado inclusive pelos republicanos. Muito se disse sobre a importância fundamental de sua liderança política na condução do país durante a Grande Depressão e a 2ª Guerra Mundial. O historiador H.W. Brandes consultou discursos públicos e sua correspondência particular, além de recolher relatos de familiares, para construir um retrato mais pessoal da vida de Roosevelt. Assim, é possível ver, por exemplo, a forte dominação exercida sobre ele por sua mãe e as contribuições indispensáveis dadas pela primeira-dama, Leonor, ao seu governo.Um ano que pode servir de modelo para a atualidade1848 - Year of RevolutionMike RapportBasic Books462 págs., R$ 82,35 Em 1848, uma torrente de revoluções pipocou pela Europa. Foi como uma tempestade, que abalou o retorno da ordem surgida com a queda de Napoleão Bonaparte em 1815, destroçando sonhos de liberdade nacional e governos constitucionais. No curso de uma primavera e um verão, multidões de operários e profissionais liberais em Paris, Milão, Veneza, Nápoles, Palermo, Viena, Praga, Budapeste, Munique, Berlim e Cracóvia desafiaram regimes e se ofereceram para criar algo novo. Nada tão dramático era visto desde 1789, ano da Revolução Francesa. O historiador Mike Rapport fala das raízes daquele ano, narra os seus acontecimentos e explica por que 1848 ainda seria modelo para o mundo atual.

, O Estadao de S.Paulo

06 de junho de 2009 | 00h00

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