Herzog, Símbolo de Resistência

Torturado e morto nos porões da ditadura militar, há 30 anos, o jornalista, fotógrafo e cineasta Vladimir Herzog virou um símbolo de resistência no País. Ele dá nome a um prêmio que contempla a defesa dos direitos humanos e, agora, ganha o Instituto Vladimir Herzog, com o objetivo de disponibilizar para o público o acervo sobre sua vida e obra. Para assinalar o lançamento, a Sala Cinemateca promove o Ciclo Vlado. Entre as obras selecionadas estão o curta Marimbás, de 1963, do próprio Herzog, sobre uma forma primitiva de pesca na Praia de Copacabana, e dois longas de João Batista de Andrade - a ficção Doramundo, cujo roteiro o jornalista adaptou do livro de Geraldo Ferraz, e o documentário Vlado, 30 Anos depois. ServiçoCiclo Vlado. 6.ª, 15 h, Tire Dié e Doramundo; 19h30, Marimbás e A Presença de Vlado. Cinemateca. Lgo. Sen. Raul Cardoso, 207, 3512-6111. Até 28/6. Hoje, 19h30, lançamento do Instituto Vladimir Herzog

Luiz Carlos Merten, O Estadao de S.Paulo

25 de junho de 2009 | 00h00

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