Foto da National Gallery em Londres, de janeiro deste ano. Foto: REUTERS/Luke MacGregor
Foto da National Gallery em Londres, de janeiro deste ano. Foto: REUTERS/Luke MacGregor

Funcionários da Galeria Nacional de Londres anunciam greve contra privatização

Instituição alegou que programa de modernização é essencial para tornar sua coleção acessível ao maior número possível de pessoas

REUTERS

29 Julho 2015 | 17h24

A Galeria Nacional de Londres, uma das principais atrações turísticas da capital inglesa, será atingida por uma nova greve durante o verão local em reação aos planos de privatização, informou o sindicato dos funcionários nesta terça-feira, 28.

A galeria já sofreu com mais de 50 dias de paralizações do funcionalismo desde que os planos de reformulação dos serviços aos visitantes e da segurança foram revelados.

O sindicato Serviços Públicos e Comerciais (PCS, na sigla em inglês) afirmou que uma greve propriamente dita vai ocorrer a partir do dia 17 de agosto.

As paralizações semanais dos funcionários da galeria, localizada na Trafalgar Square e que recebe mais de 6 milhões de visitantes por ano, obrigou ao fechamento de algumas salas e ao cancelamento de eventos.

“Nossos membros na Galeria Nacional estão empenhados em uma luta heróica para defender as funções de uma instituição nacional”, disse o secretário-geral do PCS, Mark Serwotka, em um comunicado.

Já a Galeria informou em uma declaração que seu programa de modernização é essencial para tornar sua coleção acessível ao maior número possível de pessoas.

“A Galeria Nacional precisa adotar novas práticas trabalhistas para parte das visitas guiadas e da segurança que nos permitam operar com mais flexibilidade”, acrescentou. “Não haverá corte de vagas e os termos e condições serão protegidos."

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