Filósofo faz proposta da sexualidade contente

Vinte séculos de cristianismo produziram corpos deploráveis e uma sexualidade catastrófica. A partir da "fábula" de que o filho de Deus se encarnou na figura de um homem, um mito de nome Jesus serviu de modelo incontornável para imitação - um corpo sem sexualidade, um corpo sem pecado, ou seja, um anticorpo. Era um cadáver cujo coração ainda pulsava. Le Souci des Plaisirs - Construction de?Une Érotique Solaire, do filósofo Michel Onfray, relata a história do obscurantismo que cobriu o desenvolvimento da sexualidade humana e propõe uma filosofia da "sensualidade iluminada", em que as individualidades - femininas e masculinas - são promovidas como corpos de uma vitalidade contente.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.