Estreia foi morna

Cenas de ação podem aquecer ibope

Keila Jimenez, O Estadao de S.Paulo

16 de abril de 2009 | 00h00

No ar, Lu Grimaldi e seu italianol. Terra Nostra? Não, Poder Paralelo, nova trama de Lauro César Muniz, que estreou anteontem na Record com audiência abaixo do esperado - 13 pontos de média - e boas tomadas de ação. Paulo Gracindo Jr. e Marcelo Serrado estão no tom certo, como ex-chefão da máfia e falso bom marido, respectivamente. Já Gabriel Braga Nunes, o protagonista Tony Castellamare, perde-se ainda entre a cara de mau e o olhar catatônico de quem está brincando de estátua. Ele pelo menos não mistura o italiano e português, seguido de tradução simultânea. O clima de máfia promete. Desnecessária a cena de sexo de Téo (Tuca Andrada), assim como a de um personagem pegando fogo - em um efeito nada especial - ao final de uma ótima perseguição de helicóptero.Tiros certos foram as lindas paisagens italianas e a correria de Tony pelas vielas de Palermo. Já o figurino deixa a desejar. O que era aquele vestido de debutante da personagem de Paloma Duarte? Quem decorou o hotel da novela? E o que é a casa de Tony, em tese, na Itália, mas com pinta de sítio de tio rico em Ibiúna? Detalhes...

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