Em cena

TrioA idéia é usar arte contemporânea para escrever novos capítulos na história das lojas de móveis dos Schimpf, a Ilustre e Sierra, ícones do comércio popular da Teodoro Sampaio. Jessyca Schimpf reformou um estacionamento e o café de uma das lojas da família (com entrada pela Virgílio de Carvalho Pinto) para fazer o Projeto Garageria. "Será espaço de arte alternativo", diz ela que, para a estréia, reuniu acrílicos de Fernando Quitério e fotos de Fran Parente.EnfeiteA senadora Katia Abreu (DEM), que foi a relatora do projeto de prorrogação da CPMF - em que votou contra -, montou uma árvore de Natal na sala do café do Senado. Nos galhos da árvore, colocou papéis para mostrar quanto de imposto incide nos produtos consumidos - desde os aproximadamente 50% de taxa no celular até imposto sobre o panetone, em torno de 35%. E ela está distribuindo fatias de panetone para os senadores dizendo o seguinte: "O imposto é amargo, mas o panetone é doce!" AlertaA equipe de oftalmos do dr. Claudio Lottenberg, presidente do Albert Einstein, detectou empiricamente que, de cada 10 casos atendidos em prontos-socorros de hospitais, três são de conjuntivite adenoviral. "Há um ano e meio esse vírus vem-se alastrando. Já é uma endemia", diz um dos médicos da equipe. Sabe que...Em Londres seria um gastropub. Aqui, é bar com cozinha de chef. Le Roi é o nome do novo negócio de Felipe Faria - da família do Banco Real - em sociedade com Tiago Diniz e Fernando De Nadai. Abrirá dia 18, com a chef Fernanda Pássaro, recém-chegada da cozinha do espanhol Martín Berasategui, três estrelas no Guia Michelin Carlinhos Kalil fechou Pete Tong para o Sirena. E, dia 10, ele e Serginho Aun abrem a Pacha para uma gig inédita de Armin van Buuren e Roger Sanchez Após ler notícia nesta coluna, o secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio, Julio Bueno, reuniu-se, na terça, com Manoel Miller, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Design, para decidir que o Rio vai abrigar o 1.º Brazil Design Week em maio do ano que vem. São Paulo ficou mesmo de escanteioCaravana de JorgeNa cola de Lula, que desembarca hoje no território do companheiro Hugo Chávez, o ministro do Desenvolvimento e Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, guia, em Caracas, cerca de 70 empresários brasileiros em missão especial - com objetivo de fazê-los colocar a mão no bolso para equilibrar a balança comercial e honrar o acordo feito entre os presidentes em 2005, fechando negócios, principalmente, nas áreas agrícola e da saúde. Entre janeiro e outubro de 2007, as exportações brasileiras para a Venezuela chegaram a US$ 3,8 bi - um aumento de 29% em relação a 2006. No entanto, as vendas venezuelanas ao Brasil foram de US$ 296 milhões. A queda é de 44%. Entre os empresários, que hoje se reunirão com Chávez, o clima é de positivismo - e a intenção da maioria é vender. Em vez de comprar. "Importar, não. Quero vender plantadeiras e semeadeiras porque eles (a Venezuela) ainda estão nos tempos da enxada. Daria para vender umas 500 máquinas" LEANDRO ADAMS, DIRETOR ADMINISTRATIVO DA GIHAL"Venezuela é um país de muitas oportunidades, com muito capital. Queremos vender serviços. Em três anos no país, em consórcio com a Construcap, empregamos 600 venezuelanos na obra da Auto-Pista Oriente, que não é grande, tem 14 km, mas ligará a capital venezuelana a Puerto La Cruz. O foco é aumentar a participação no mercado e fazer parcerias locais"PAULO ROBERTO MARQUES CINTRA, DIRETOR TÉCNICO DA CONSTRUTORA FERREIRA GUEDES"Vou buscar distribuidores para implantes dentários e vender o Quasar Esthetique, um aparelho a laser que tira marcas de expressão, produzido em parceria com a DMC para medicina estética. Custa R$ 7 mil. Fizemos uma pesquisa e a meta é vender até US$ 150 mil em 2008. E as importações? Só se tiver algo interessante"FLÁVIO MOSCARDO, DIRETOR DA DENTOFLEX COM E INED. MAT ODONTOLÓGICOS LTDA"Como presidente da Abimaq, quero vender. Chávez investiu US$ 6 milhões em máquinas no último ano e a perspectiva é aumentar para US$ 10 mi. Se tenho receio de que ele institua o socialismo bolivariano? Não falo de política, só negócios"FRANCISCO MATURRO, COORDENADOR DE EXPORTAÇÃO DA MARCHESANMIAMI ART BASEL - 1. O ?Vagalume? de Valeska Soares 2. Vista geral dos boxes lembra maquete de uma cidade 3. Arte chinesa: vender já é o conselho, turbinado pelo medo da explosão da ?bolha? 4. Ocean?s Symphony, de Herman Bas, a maior instalação 5. After Party, outra de Valeska, o nome brasileiro em alta 6. Obra de Neil Hamon: na mira do Museu de Cingapura 7. Na festa do UBS no delano Lenny Kravitz encontra Toni Shafrazi, galerista de Warhol, Bacon e Picasso em NY 8. O colecionador carioca Gilberto Chateaubriand 9. La Grande Dame da arte brasileira, Luisa Strina, é carimbada por Sam Keller e José Iraola R&R - Um cruzamento nas idéias dos músicos Paulo Bega, da Vague, do multimídia Rick Athayde e da cantora Geanine Marques fez nascer a Motel, banda indie de space rock. Dia 22 de janeiro será o batismo. No Studio SP, na Vila MadalenaMiami Art Basel, a ressaca No início de dezembro, Miami é the ?place to be?. A Art Basel Miami atrai 50 mil personagens da ?artesfera? para si, 22 eventos satélites, expos e festas - como a bombada do UBS no Delano, a cool da Deitch Projects neste ano com show de Voluptuous Horror of Karen Black, afters na galeria de Emanuel Perrotin e no terreno onde Nick Jones, do Soho House, construirá a filial do clube de NY em Miami. Vendas? "Para mim, absolutamente tudo e todos estão felizes", dizia a marchand Barbara Gladstone, de NY. A bolha aumenta: preços nas alturas, a onda é comprar obras em cooperativas - incluindo o artista no grupo -, Jenifer Carfif está em alta. O nome brasileiro mais quente é Waleska Soares (cuja instalação Vagalume, feita para a 27ª Bienal de São Paulo foi vendida para o editor Benedikt Taschen por US$ 600 mil) nesta edição, que dobrou de tamanho. Peter Dilion garante para 2008 o patrocínio do UBS, que este ano perdeu US$10 bi com a crise das hipotecas americanas subprime. "Não afetará nossos compromissos com a cultura", repetia o porta-voz para Américas do banco, que financia a feira. E agora, com a saída de Sam Keller, a direção da MAB caberá a um trio: Cay Sophie Rabinowitz, Annette Schonholzer e Marc Spiegle.

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