Em cena

Pacha Domingo, Alê Amaral, Caju e Alê Dakota fazem, em clima à la Ibiza, a Eight Party. Das 11 h à 0 h, Patricinha Tribal, Dudu Marques, Vlad, Mari Calegari e Romen Miszrahi revezam as carrapetas. Antena Produtores de SP, fiquem atentos! A Mostra do Audiovisual Paulista (21), que acontece de 11 a 16 de dezembro, está atrás de trabalhos realizados na periferia e no interior para compor sua programação. 92,9 A gig marcada sábado foi cancelada devido a stress absoluto, mas os alemães Jens Moelle e Ismail Tüfekçi enviaram set do Digitalism para o Em Cena. Vai ao ar amanhã, à 0 h, na Rádio Eldorado. Day party Na última terça, Luisa Strina inaugurou expos dos artistas Keila Alaver, Juan Araujo e Erick Beltran. E Nina Sander, da Plastik, fez vernissage da individual Formato, de Sandro Akel, que constrói arte a partir de materiais impressos. Buddah global A abertura do Buddah Bar no Brasil faz parte de um vasto plano de expansão da marca do francês Raymond Visan, que engloba abertura de 20 bares em três anos, em esquema de franchise, hotéis, spas e do Loari du Bois, um novo conceito de restaurante com culinária japonesa que será inaugurado em 2009 em Paris. Será no Bois de Bologne - o equivalente ao paulista Parque do Ibirapuera -, ao lado do museu de arte contemporânea que Bernard Arnault está construindo dentro do bosque de Porte Maillot. "O primeiro hotel, em Praga, é um hotel butique e estamos construindo um hotel no 8 arrondissement em Paris." Os spas terão uma linha desenvolvida por Tarje, mulher de Visan, com uma inglesa que morou anos na China. "A música sempre é muito importante, é o que nos identifica", diz Visan, que mandará Sam, DJ do bar parisiense, para treinar um brasileiro escolhido para franchise de São Paulo. Lenda na tela Chupa-cabras, o predador misterioso que fazia aparições no interior, vai voltar. No cinema. Inspirado no caso, Cristiano Metri convidou Marçal Aquino e Santiago Nazarian para afinar o roteiro do longa Animal Interior, sobre o medo dissipado pela existência do bicho. Ao se confrontar com um ataque, o protagonista começa a fazer investigações e descobre os "outros medos" que habitam o imaginário das pessoas. Para entrar no universo, Metri e Aquino fizeram imersões por cidades do interior. A próxima fase é a captação de recursos. Nas telas em 2009. Três em um A compra dos direitos do X-Games e o direito, ganho por licitação, da comercialização do Carnaval da Bahia são os primeiros ''''gols'''' da Advertisement Bellow the Line & Content, a ABC - como foi rebatizada a holding YPY, após o anúncio, na última quinta-feira, da venda de 20% da parte de Nizan Nizan Guanaes para o Gávea, fundo administrado por Armínio Fraga. Já que congelou aquisição do SPFW, Nizan quer criar o IpanemaBeachwear Fashion Week. O foco: roupas de praia e jeans, áreas na qual o Brasil tem expertise. Donata Meirelles, sua mulher, fará o norte do projeto. Nizan procura casa no Rio para montar seu QG de conteúdo - que terá sua atenção total em 2008. E, nestes dias bicudos, Nizan quer também organizar a Parada do Orgulho Hétero. Aconteceria em São Paulo, na Rua Amauri - por ser pequenininha. Domingo, Alê Amaral, Caju e Alê Dakota fazem, em clima à la Ibiza, a Eight Party. Das 11 h à 0 h, Patricinha Tribal, Dudu Marques, Vlad, Mari Calegari e Romen Miszrahi revezam as carrapetas. Clicks Last Sitting, a mítica série de fotos de Norma Jean feita no Bel Air Hotel pelo Bert Stern em 23 de junho de 1962, não foi de fato o último registro de Marilyn. No mês anterior à sua morte, em 5 de agosto daquele ano, a atriz foi fotografada por George Barris para um livro que estava produzindo com a própria e por Allan Grant e Willy Rizzo para as revistas Paris Match e Life. Perguntado como Bert explicaria tal promoção em cima de fotos pelas quais Marilyn tinha direito de imagem - por isso, algumas das chapas escolhidas por ela foram marcadas com "X" laranja -, o fotógrafo americano, de 80 anos, fecha o tempo e manda dizer por meio de sua galerista Etheleen Staley, dona da Staley Wise, em Nova York: "A pergunta é muito complicada e ele prefere não falar." As fotos de Bert serão expostas em prol do Instituto Viva Rio na mostra Marilyn Monroe, o Mito, em 8 de outubro no MAM do Rio, e em São Paulo na Galeria Estação São Paulo em 25 de janeiro. As verdadeiras últimas fotos de Marilyn teriam sido feitas por Barris, que diz: "Não vendo as últimas imagens. Trazem memórias dolorosas. Falei com ela um dia antes de sua morte." Bert está impossível. Etheleen desistiu de acompanhá-lo na viagem ao Brasil. Anteontem, ele dizia que provavelmente também não viria - mas em se tratando de Bert, tudo pode mudar 5minutos com Soninha Francine Eleita vereadora em 2004, ela dá um salto: lançar-se candidata à Prefeitura de SP. Deixou o PT. Agora, no PPS, quer melhorar a qualidade de vida na cidade. 1. Não é pouco tempo de política para o desafio? Você ganha com a experiência, mas vai se acostumando a certas coisas, se amarrando a compromissos. Eu tenho a vantagem do incorfomismo. Não sei se daqui a 30 anos agüentaria. 2. Trocar de partido não é mudar a ideologia? Você pode mudar a ideologia sem mudar de partido. Aliás, não muda ideologia, nunca houve ideologia ou identificação com o partido se é que ele oferece. 3. Fala do PT? Não, de todos. Alguns se identificam com o traço original, mas, ao longo do tempo, podem perder coisas e se afastar de seu ideal. Sobre a infidelidade partidária, não pode ser indissolúvel como um matrimônio porque as pessoas cultivam diferenças. Cristovam Buarque, Heloísa Helena e Fernando Gabeira saíram (do PT) porque não se identificavam mais. 4. E o que a motivou a deixar a legenda e aceitar o convite do PPS? Me identificava com uma minoria que não tinha voz e se você não influencia, não pertence mais ao partido. O PPS me disse que precisava se fortalecer em SP e que enxergava em mim esse link. Não é possível andar por aí olhando em volta durante esses três anos e não pensar: e se eu fosse Prefeita? 5. Teme perder eleitores? Não posso fazer nenhum movimento pensando nisso, justamente porque é um vício da política. Tenho que conquistá-los com sinceridade. Fazer campanha sem sair disparando contra isso ou aquilo já é uma atitude política que tem valor. Se não chegar à Prefeitura, mas der o tom para mudar a campanha, já é legal. 6. Qual a primeira medida que tomaria? Melhorar a relação "moradia e trabalho". Penso em criar condições para que o centro seja habitado porque numa tacada só, os outros problemas partiriam de um outro patamar. Para colocar em prática, existem instrumentos legais . É decisão e insistência. Sou pé no chão para saber o tempo das coisas.

O Estadao de S.Paulo

04 Outubro 2007 | 00h00

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