Em cena

HeyDia 8, a Sociedade Brasileira de Dermatologia mobiliza 1.500 médicos em 23 estados para atender, free, a população brasileira na maior campanha do País de prevenção do câncer da pele do País. No hotline 0800-701-3187 são informados locais para atendimento. BrigaDalva e Dito, novo restô de Alex Atala, já está pronto, mas não pode abrir porque não tem... cozinha! Atala trava uma briga com a Electrolux, no Brasil representada pela empresa Next Challenge. O advogado Aldo Decressi, de Atala, diz que a cozinha está parada na Receita Federal, que não a liberaria "por suspeita de subfaturamento no valor" e também porque "a importação foi realizada com documentos falsos". Também há divergência entre a importadora, se é a trading Brasil Overseas ou a própria Next. O advogado de Alex afirma que metade do valor da cozinha, R$ 375 mil, já foi pago, valor esse que a Next se recusa a devolver.Procurado pelo Estado, o sócio-diretor da Next Challenge, Wilber Antunes, nega tais suspeitas. Entrou com mandado de segurança contra a autuação da Receita e alega que a cozinha chegou até antes do prazo dado por Alex, em fevereiro, mas, em sua versão, o restaurante estaria em obras e não pôde recebê-la. Se não houver acordo, Alex promete mais briga por indenização e lucros cessantes."Mas já comprei uma cozinha nova, com a estrutura Macom e tecnologia da Engefood. E, para não deixar de faturar mais, vou fazer de tudo para abrir em dezembro", diz Atala. Alerta do Greenpeace: o Projeto de Lei 6.424, mais conhecido como Floresta Zero, entrou na pauta da comissão de Mei Ambiente da Câmara para ser votado na próxima semana. Já aprovado no Senado, permite que até 50% da vegetação nativa seja derrubada, em vez dos 20% atuais. Além disso, se aprovado, o projeto permitirá que 30% das reservas legais da Amazônia sejam recompostas com outras espécies da região, o que inclui, por exemplo, o plantio de matéria-prima para a produção de biocombustíveis como o dendê. E, por último, se passar na Câmara, o projeto legalizará todos os desmatamentos dos últimos 40 anos, ou seja, mais de 700 mil km² destruídos. Para mobilizar a população, o Greenpeace criou o site www.meiamazonianao.org.br, que já reuniu mais de 150 mil assinaturas. Manifestações da entidade são esperadas em Brasília. O stylist Matheus Mazzafera mostra em Michele Alves a aposta de Adriana Degreas para o Claro RioSummer: um maiô que estampa fotos icônicas do Copa, onde faz seu desfile amanhã. Carlinhos Kalil e cia. comemoram os 15 anos do Sirena com uma gig de Carl Cox - que é, de fato, o máximo. Desde 88 está no topo do circuito e fez fama por tocar com 3 vitrolas. Depois de Maresias, Carl toca em São Paulo dia 12 no Museum. Do Rio, Cox falou ao Estado:A tendência entre DJs de tecno é desacelerar os BPMs? Sim. Mas, tenho uma razão para isso: quanto mais velho, mais o corpo dói quando a gente dança. Tenho 45 anos. Estou há 20 nessa história e há dois caminhos: tocar mais acelerado, para jovens, ou mais funky, para mais velhos. E eu sempre gostei de funk e soul, que misturando com tecno fica menos acelerado. Cinco músicas que você ama.Todas as músicas que gosto têm elementos orquestrais: da Kinetic, Gold Girls, é um som velho, mas maravilhoso; Go! do Moby e Moments in Love, do Art of Noise. Do Cris Lake, Changes, um tecno progressivo com breakdown interessante de calipso. E Spoon, minha nova. Fiz em homenagem a um amigo que morreu ano passado. É cheia de cordas, um pouco como Nights of The Jaguar. Coxy Style. E seu selo, Intec?Gastei muito dinheiro produzindo e comissionando artistas. Não dá mais para gastar montes porque música vai para internet em instantes. Parei na música 50, que é a Spoon. Em Miami (no Winter Music Conference), relanço o selo no formato digital. Já deu para sentir impacto da crise financeira na cena clubber?Totalmente. As pessoas não estão gastando. Na hora de sair, escolhem as festas a que vão. Olham quem e quantas horas toca. E se o valor do ticket não for viável, não vão. O mundo mudou.Um DJ em que acredita?Anderson Noise. Ele não é novo, mas está chegando a hora dele. Talvez a física quântica explique o fenômeno Arnaldo Antunes. Ele toca três grandes projetos ao mesmo tempo: dois discos e uma expo. Um solo, outro com músicas de ?gente grande? para crianças, com Antonio Pinto e Edgard Scandurra. A expo, para Galeria Laura Marsiaj, é de esculturas com poemas. "Uma porta que gira em 360º, dando para todos os lugares", diz Antunes sobre uma obra da expo, ainda não batizada. É a última coisa que faz. Umbrella: O cônsul Martin Raven quer abrir possibilidades no Reino Unido para jovens empreendedores brasileiros. Isso o levou a fazer uma parceria com o Pense Moda, de Camila Yahn, Babu Bicudo e Marcelo Jabour para incluir o Brasil no International Young Fashion Entrepeneur, um projeto que levará brasileiros para conhecer a indústria inglesa. Glitter: A Pelu, de Helena Linhares, tem novo ?morador?: o stylist de cabelos Marcos Proença, novo capitão do salão da loja-conceito - que também tem novos ares. A designer e decoradora Esther Giobbi assina o novo layout. Cerimonial do Castelo de Gripsholm convida, em nome da princesa Madelaine, da Suécia, 50 bons para jantar dia 2, no Buddah Bar. A rainha Silvia e Rosana A. Botelho querem abrir o leque, pondo no conselho da Children World jovens de hoje que cuidarão da ONG no futuro. Ecos: Heitor Dhalia vai para L.A. entrevistar 6 roteiristas americanos e escolher o que dará o último tratamento no roteiro de Uma Mulher e Uma Arma, seu road movie policial sobre amor, violência e destruição. A trama é focada numa protagonista e seu parceiro e vai de Buenos Aires até Ushuaia. "É como um Último Tango da Patagônia", explica Dhalia. O filme está orçado em US$ 4,5 milhões e tem produção executiva de Patrick Siaretta da TeleImage. Começará a ser rodado em outubro do ano que vem, pois "não dá para filmar no inverno da Patagônia".Pas-de-deux: A São Paulo Companhia de Dança ganha viés fashion. A estilista Raquel Davidowicz desenha e produz o figurino do espetáculo Entreato, de Paulo Caldas. Goles: Em Cassino Royale, James Bond trocou sua vodca Martini pelo Vesper, drink criado pelo barman do Ritz, de Paris. A receita chegou ao Brasil no bolso de Kascão, do Dry. É uma mistura de gim, vodca e uma gota de Lillet, um vermute de Bordeaux, que Pierre Brauen lança no Dry. P&B - Uma história de amor não correspondido é o enredo de Ainda Gosto Dela, música de Samuel Rosa com ponta de Negra Li, cujo clipe, dirigido por Hugo Prata, estréia hoje na MTV. "Fiz um clipe bem urbano, sobre o deserto em que se transforma o coração de um homem quando tem um amor não correspondido", diz Hugo, que caracterizou os músicos como vagabundos e filmou com negativo 120 mm no Parque Villa-Lobos. A imagem acima é um portrait, feito entre as filmagens, para o qual Hugo tem planos: "É meu lado B, quem sabe um dia vira livro?" NA POTÊNCIA MÁXIMA - No aniversário de 33 anos da Casa Vogue, Diana Krall tocou, cantou e falou aos montes, sobre: sua coleção de móveis do século 20, com Nakajima e Knoll, os planos de ensinar Frank e Dexter, seus filhos com Elvis Costello, a cantar Garota de Ipanema andando na Orla e que seu verbo preferido é comprar. Diante de risos, disparou: "O que há de mal nisso?" PANCHAKARMA, JÁ OUVIU FALAR? - É um programa de detox que restaura o balanço metabólico e constitucional do corpo. Nosso estado natural, de acordo com a ayurveda, a medicina indiana milenar, é o da saúde, definida como corpo livre de toxinas, órgãos em pleno funcionamento, mente em paz e emoções em equilíbrio. Como chegar lá? Panchakarma é um caminho, um processo - poderoso -, que inclui uma dieta preparatória e limpeza das vias intestinais. O resultado? Além da rehab... faz emagrecer e dá um up na pele. É uma das manias de Madonna. No Brasil, a expert é a dra. Maísa Misiara. Médica ayurvédica, responsável pela Clínica Cítara Saúde e homeopata docente do Instituto de Cultura e Escola de Homeopatia, dra. Maísa fala ao Estado.Panchakarma é...Um processo de purificação profunda, um detox. São cinco etapas, iniciadas com dieta e administração de óleos e ervas para nutrir tecidos, renovar as células e tirar do sistema digestivo e tecidos, onde grudam toxinas adquiridas pelo mal viver. Quais as toxinas que podem ser eliminadas?Todas que medicina ocidental reconhece impregnar o corpo e a oriental, a mente. Nós nos intoxicamos com alimentos com o arsênico e bário dos agrotóxicos, com o chumbo da fumaça dos caminhões e tintura dos cabelos, o cádmio da fumaça de cigarro, com o mercúrio da água, além de quimioterápicos, remédios e drogas. E estresse.Como tirá-las do corpo?Cada indivíduo tem uma reação, de acordo com sua constituição, seu dosha, que na ayurveda são 3: Vata, Kapha e Pitta. Toda pessoa tem medidas de cada. Em Vata, o desequilíbrio energético causa depressão, insônia, intestino preso e pele seca. Tratamos-os por meio de Basti, a nutrição intestinal por sonda e via nasal. Já Pitta acumula toxinas no intestino delgado, no processo de transformação e digestão. Para identificar? São pessoas que lêem rápido situações, são pragmáticas e adoecem por indignação. Têm hepatite, hipertensão, doenças cardiovasculares. A limpeza é com ervas que fazem tropismo pelo fígado e sangue. Kapa são unificadores. Ficam doentes por guardar sentimentos. A sua intoxicação produz náusea, falta de apetite. Tratamos com vômito terápico. Depois dos tratamentos há que mudar comportamentos. Ou tudo volta.

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