Crônicas que exploraram o clima imposto pela ditadura

Garoto Linha DuraSérgio PortoAgir208 págs., R$ 39,90Publicado pela primeira vez em 1964, Garoto Linha Dura apareceu depois que, sob o pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta, o jornalista carioca Sérgio Porto lançara Tia Zulmira e Eu, Primo Altamirando e Elas e Rosamundo e Os Outros, consagrando-se como um dos mais expressivos cronistas do País. Esta obra reúne 55 crônicas que já trazem embutidas críticas à ditadura militar recém-implantada. Assim, Pedrinho, nome do garoto mencionado no título da coletânea, usa "subversivo" para xingar um colega e pensa que no Brasil só existem empregos para militares. Depois de Garoto Linha Dura, Stanislaw Ponte Preta dedicou-se às crônicas do Febeapá (Festival de Besteira que Assola o País).

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