Com a palavra, o autor

O circo dessa peça é imaginário, espaço poético. Nem lembro muito do texto, mas sei que há nessa peça uma fábula minha, que prezo muito, do homem e da mulher que se aproximam brincando, jogando. Sem intenção, tornam-se cúmplices, amigos e, de repente, descobrem que o negócio é com eles, estão apaixonados. Essa fábula eu adoro. Sei também que busquei a comédia comovente. Naquele tempo eu já intuía o que me guia até hoje: o que mobiliza e enobrece o riso é a lágrima, sem ela o riso é bastardo.

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