Ronen Zvulun/Reuters
Ronen Zvulun/Reuters

Colecionador de arte encomenda máscara de US$1,5 milhão contra o coronavírus

Ela está sendo feita em Israel, com 3.600 diamantes, e é a máscara mais cara do mundo contra o coronavírus

Redação, Reuters

13 de agosto de 2020 | 11h28

Arte, e não ostentação, está por trás da máscara de coronavírus mais cara do mundo, dizem os joalheiros israelenses que estão fabricando o objeto de US$ 1,5 milhão para um cliente não identificado morador dos Estados Unidos.

Feita de ouro 18 quilates e cravejada com 3.600 diamantes pretos e brancos, a máscara será equipada com um filtro N99 para oferecer um alto nível de proteção, disse Isaac Levy, proprietário da marca de joias Yvel.

“Não acho que (o cliente) vá usar para ir ao supermercado, mas ele vai usar aqui e ali, tenho certeza”, afirmou Levy.

Ele descreveu o cliente como um colecionador de arte chinês que mora nos Estados Unidos.

“Ele é um cliente jovem nosso, muito charmoso, extrovertido, muito rico e que gosta de se destacar”, disse Levy. A joalheria pretende entregar a máscara pessoalmente quando estiver concluída, em outubro.

A máscara, na qual uma equipe de cerca de 25 artesãos está trabalhando, pode ser vista como uma exibição vulgar de riqueza durante tempos econômicos difíceis, mas para Levy é acima de tudo uma obra de arte.

“Para muitas pessoas ao redor do mundo, pode ser a máscara mais cara do mundo e talvez seja uma coisa realmente grande”, declarou ele. “Para nós, é uma forma de proteger o emprego das pessoas na fábrica para que possam sustentar suas famílias.”

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