Batalha olímpica

GloboxRecord 2016: Redes trocam farpas frente ao COI

Keila Jimenez, O Estadao de S.Paulo

07 de agosto de 2009 | 00h00

A Globo se finge de morta, enquanto planta que a concorrência não dará conta de um evento desse porte. Já a Record alardeia que a Globo não tem crédito internacional para entrar na disputa. A briga da vez: os direitos de transmissão da Olimpíada de 2016, uma batalha de US$ 100 milhões. Esse é o valor que Record e Globo - cada uma delas - estaria disposta a desembolsar pelo evento, que ainda não tem sede escolhida. Ah, esse "suspense" também faz parte das negociações, já que o Brasil concorre ao posto de país-sede do evento, acirrando a disputa entre as emissoras locais.O Comitê Olímpico Internacional (COI) decidirá até o dia 15 de setembro qual das duas redes exibirá os jogos, bem antes do anúncio oficial da sede, que será no dia 2 de outubro. Tática para valorizar a transmissão? Sim, mas na Globo não é isso que importa. Sem a Olimpíada de 2016, a rede ficaria longe dos jogos olímpicos até 2020, pois já perdeu para a Record a transmissão do evento em Londres, em 2012. Oficialmente, diretores da Globo informam que não farão loucuras por 2016, mas é fato que estão correndo atrás do COI desde o início do ano.

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