Pilar Olivares/ Reuters
Pilar Olivares/ Reuters

Artista brasileiro pinta máscaras faciais tão realistas que chegam a ser inquietantes

Jorge Roriz, de 65 anos, trabalhava na criação do mundo mágico do carnaval do Rio de Janeiro com suas fantasias coloridas e carros alegóricos fantásticos

Sebastian Rocandio, Reuters

12 de novembro de 2020 | 07h47

Jorge Roriz, de 65 anos, trabalhava na criação do mundo mágico do carnaval do Rio de Janeiro com suas fantasias coloridas e carros alegóricos fantásticos. Agora, em meio à pandemia de coronavírus, ele está usando sua arte para fazer máscaras.

Roriz pinta máscaras faciais tão realistas que chegam a ser inquietantes. Quando ele fala de máscara, sua boca parece não se mover.

“Eu uso essa máscara para não perder minha identidade”, disse.

Ele pinta a parte inferior do rosto da pessoa em uma máscara branca, dedicando tempo aos detalhes como tonalidade da pele e lábios.

As máscaras se tornaram populares entre as pessoas que não querem esconder o rosto durante a pandemia, mas desejam se proteger do vírus.

“É fundamental que as pessoas se cuidem, é bom que as pessoas usem máscaras”, afirmou o artista plástico.

“Tive uma reação muito positiva, as pessoas riem. Algo que era para ser triste tornou-se algo que traz alegria.”

 

 

Tudo o que sabemos sobre:
coronavírus

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.