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Arqueólogo britânico ensina a melhorar museu

Bill Griffiths, que ajudou a implementar algumas instituições britânicas, está em São Paulo para ministrar curso de 5 dias

O Estado de S. Paulo

21 de setembro de 2015 | 04h00

O inglês Bill Griffiths tem em seu currículo a implementação de alguns museus britânicos. Diretor do Tyne & Wear Museums, ele está em São Paulo para ministrar a partir de hoje um curso de cinco dias sobre a experiência de atrair público e engajar a comunidade em projetos de fortalecimento dos museus. O Museu Academy, curso promovido pelo British Council e a Secretaria de Cultura do Estado, será realizado em cinco museus paulistanos: Museu da Língua Portuguesa, Museu da Imagem e do Som (MIS), Pinacoteca do Estado, Museu da Imigração e Museu do Futebol.

Instrutores britânicos e brasileiros vão abordar desde os padrões de engajamento do público até a formação de voluntários que possam ajudar a desenvolver projetos especiais e se envolver no cotidiano das instituições. “Nos museus do Tyne and Wear, tivemos ótimos resultados atraindo jovens entre 18 e 25 anos dispostos a colaborar”, revelou Bill Griffiths. Com uma experiência de mais de 30 anos em projetos culturais, o arqueólogo Griffiths participou há 15 anos da criação do Museu Segedunum, localizado num antigo forte romano em Wallsend.

A Inglaterra é hoje um dos países com museus mais frequentados na Europa. Pesquisa recente apontou que 52% dos britânicos visitam regularmente museus ou galerias. No Brasil, esse número é inversamente proporcional: 41% dos paulistanos não demonstram o mínimo interesse em visitar instituições museológicas. “Tudo se resume em atrair voluntários”, acredita. “Eles acabam descobrindo habilidades que desconhecem e ajudam os museus”, diz Griffiths.

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