Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão

Abertura de 'Histórias da Sexualidade' foi a mais movimentada do ano no Masp

No primeiro final de semana, a exposição recebeu 11 mil visitantes

Pedro Rocha, ESPECIAL PARA O ESTADO

30 Outubro 2017 | 14h36

A exposição Histórias da Sexualidade do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateubriand, o Masp, teve a maior abertura do ano no museu. Ao todo, 1235 pessoas estiveram na noite de inauguração da exposição, no dia 19 de outubro. 

No primeiro final de semana, Histórias da Sexualidade recebeu 11 mil visitantes, número que representa mais que o dobro das visitas em comparação ao mesmo período de 2016. 

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A exposição foi aberta sob protestos de artistas e do público por conta da classificação etária definida pelo Masp, que proibe, pela primeira vez em seus 70 anos de história, menores de 18 anos a acessarem o espaço da mostra. No dia da abertura, artistas como o chinês Ai Weiwei participaram de um protesto no vão livre do museu, com cartazes com dizeres como "Censura Nunca Mais". Virtualmente, chegaram a ser mobilizadas, também, manifestações em oposição ao conteúdo da exposição. 

Com obras de artistas de vários períodos da história, como Pablo Picasso, Edgar Degas e Édouard Manet, Histórias da Sexualidade conta também com peças contemporâneas, como Cena de interior II, de Adriana Varejão, uma das obras que receberam mais críticas, pelo seu conteúdo, na exposição Queermuseu, cancelada pelo Santander Cultural em Porto Alegre este ano. 

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Masp [Museu de Arte de São Paulo]

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