A prática da ilusão contra um inimigo imbatível

Em junho de 1940, a maior parte da Europa estava sob o jugo nazista. A Grã-Bretanha via-se sozinha. Para se proteger, adotou a prática do disfarce. Com Winston Churchill no comando, os britânicos deram uma resposta: apresentaram-se em ordem, mesmo que nada estivesse assim. Artistas foram arregimentados para criar propagandas que interceptavam a comunicação por meio de rádio dos nazistas. A intenção era afetar o moral dos combatentes inimigos com a ilusão de força. Considerado "um escritor admirável" por Doris Lessing, Nicholas Rankin mostra também como a experiência na 1ª Guerra foi fundamental para os britânicos resistirem a uma situação dada como perdida.

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