A esperança nasce com a perda de algo irrecuperável

Haver perdido algo sempre esconde - ou faz nascer - a esperança de encontrá-lo. Ganhador do Premio Clarín de novela (2008), Perder, da argentina Raquel Robles, é uma história sobre orfandade que fala da persistência da vida e da extraordinária capacidade humana de recuperação. Neste romance, elogiado por Alberto Manguel, José Saramago e Rosa Montero, todos os personagem parecem condenados à perda (há mães que perdem seus filhos e vice-versa) e a algo que lhes é dado depois. A dor, apesar de parecer insuportável, é uma travessia que permite redescobrir o desejo de viver. Segundo Manguel, Perder é a literatura que pode nos ajudar a suportar a vasta ausência de uma perda irrecuperável.

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