Eugênio morreu de morte matada

Estadão

17 de agosto de 2010 | 21h57

passione

Ainda antes de Passione começar, o autor Silvio de Abreu avisou, em entrevista ao Estado: “Há um mistério se desenvolvendo desde o começo da novela, mas as pessoas só vão se dar conta disso lá pelo capítulo 100.”

Como já era de se esperar, a dica acabou se perdendo na sucessão de acontecimentos velozes quando a trama começou. Mas o próprio Silvio refrescou nossa memória quando disse na sexta-feira, ao participar do Encontro Estadão & Cultura, na Livraria Cultura. “Alguém já foi assassinado e o público ainda não percebeu”, disse aos repórteres que queriam saber se algum assassinato vai movimentar ainda mais a trama.

Como assim? Alguém já morreu e a gente nem viu?

Essas foram as duas perguntas que fiz a Silvio hoje. A resposta veio logo. “Eu disse que alguém já tinha sido assassinado e que ninguém percebeu ainda. Dá para saber quem foi, não?”

O mistério que vem sido tecido em silêncio pelo autor começou logo no primeiro capítulo, quando Eugênio (Mauro Mendonça), o marido da protagonista Bete Gouveia (Fernanda Montenegro), morreu, aparentemente de infarto. Pouco antes, ele deflagrou toda a história, revelando que Bete pensava ter perdido no parto estava vivo, na Itália – um homem feito de 50 anos, que atende pelo apelido de Totó (Tony Ramos).

Tudo leva a crer, então que, agora que os vilões Fred (Reynaldo Gianecchini) e Clara (Mariana Ximenes) estão sendo desmascarados, os Gouveia vão descobrir logo que Eugênio não morreu de morte morrida, mas de morte matada.

Reveja a cena com o momento da morte:

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