'Cordel Encantado' é boa não só para os olhos

Estadão

11 Abril 2011 | 19h59

Por Alline Dauroiz e Thaís Pinheiro

Pelos teasers exibidos há semanas na Globo, Cordel Encantado já dava sinais de sua beleza e qualidade. O primeiro capítulo, exibido há pouco, só veio confirmar que esta é uma produção com requinte nos cuidados de direção, fotografia, texto e diálogos… Até a música de abertura, Minha Princesa Cordel, foi composta especialmente para ela por Gilberto Gil, que divide os vocais com Roberta Sá. Em prévia do ibope, a trama estreou com 24 pontos na Grande São Paulo, dois pontos a menos do que a estreia de suas duas antecessoras, Araguaia (que terminou com 26 pontos) e Escrito nas Estrelas.

Com direito a batalha no melhor estilo O Patriota e referências a outros filmes (como O Homem da Máscara de Ferro e Carlota Joaquina), a trama prendeu a atenção do telespectador (interrompido por apenas um break comercial) com a história da realeza de Seráfia – que acaba sendo ligada ao núcleo que vive no sertão nordestino brasileiro, na fictícia Brogodó, de onde saem as imagens mais inspiradoras.

Ver Zé Celso Martinez na televisão é uma oportunidade e tanto. Luiz Fernando Guimarães volta às novelas como um vilão que, talvez até sem intenção, diverte em cena. Matheus Nachtergaele, Emilio de Mello, Enrique Diaz, Mariana Lima, Deborah Bloch e tantos outros também estrearam em excelentes atuações. Mas, vá lá, tenhamos calma, afinal, é só começo. E que começo!

Cauã Reymond e Bianca Bin em 'Cordel Encantado'. Foto: TV Globo/Divulgação

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