Zé em dobro

Estadão

24 de setembro de 2010 | 21h03

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Em se tratando de José Celso Martinez Corrêa, não poderia mesmo ser diferente. O diretor, a alma do Teatro Oficina, reafirma sua vocação multimídia e estreia duplamente esta semana. No domingo (26), às 15h, Zé Celso e seu grupo levam à 29ª Bienal de São Paulo a performance Experiência Flávio de Carvalho nº6. Baseada em O Bailado do Deus Morto, texto radical do modernista, a criação não é uma montagem da peça, mas que o grupo chamou de ‘(in)versão’ do original, com atores-bailarinos interagindo com as obras expostas na Bienal.

Da ‘belle époque’ paulistana para a aridez de Canudos, a partir de 2ª (27) o Cine Livraria Cultura exibe a versão cinematográfica de Os Sertões, a monumental epopeia construída sobre o livro de Euclides da Cunha. São sete anos de pesquisa teatral traduzidos em mais de 25 horas de filmagem. Aos 73 anos, Zé Celso mostra que a renovação é a fonte dasua juventude.

Pavilhão da Bienal. Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, 5576-7600. Dom. (26), 15h.Grátis.
Cine Livraria Cultura. Sala 1. (300 lug.). Conjunto Nacional. Av. Paulista, 2.073, 3285-3696. 2ª (27), 20h; 3ª (28) a 6ª (1), 18h. Grátis.

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