Marias de Piracicaba

Estadão

04 de junho de 2010 | 18h10

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Maria e Maria – ou Marias, se preferir – são duas garotas de olhos arregalados, de cabelos muito lisos, magras e que só sabem oferecer chá e pão. Elas vivem em uma hospedaria muito simples, mas cheia de personalidade, com esteiras de palha no chão, bancos de madeira, lustres de arame e pano de saco. Descobrir que são de Piracicaba não é exatamente uma surpresa: elas transitam com naturalidade neste clima de interior que vivem no palco. Enquanto dão os primeiros recados em tom poético, Fausto, quase um amigo imaginário, arranha um alaúde – um instrumento raro de se ouvir (e ver) na cidade. Se todos estes elementos o distraírem nos primeiros 20 minutos, volte sua atenção para as duas Marias quando começarem a contar a história de seus pais. E aproveite se o seu nome também for Maria: a entrada, para você, é grátis.

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