Contra ‘maldição de 2016’, David Gilmour passa últimas horas do ano envolvido em plástico bolha

Contra ‘maldição de 2016’, David Gilmour passa últimas horas do ano envolvido em plástico bolha

O guitarrista e sua mulher resolveram brincar em rede social, para finalizar um ano de perdas irreparáveis e surpreendentes no mundo artístico

Heverton Nascimento

01 Janeiro 2017 | 14h58

Diante das sucessivas e inacreditáveis perdas no mundo artístico em 2016 – Bowie, Prince, George Michael, Leonard Cohen, George Martin, Keith Emerson, Greg Lake, Paul Kantner, Maurice White (Earth Wind and Fire), Glen Frey (Eagles), Frank Sinatra Jr, Sharon Jones, Leon Russell e Rick Parfitt (Status Quo), só pra citar alguns -, a bem-humorada escritora Polly Samson resolveu fazer uma brincadeira com o marido David Gilmour, o guitarrista do Pink Floyd.

Na tarde do dia 31 ela postou nas redes sociais uma foto do sisudo guitarrista envolvido em plástico bolha, com a hashtag #bettersafethansorry, que pode ser traduzida como o conhecido ‘Melhor prevenir do que remediar’, além da inscrição que faltavam ’12 horas para o ano acabar.’

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Passada a virada, uma nova postagem no Facebook de Polly foi postada com a frase: Ufa! Desembrulhado’. Com o guitarrista esboçando um sorriso.

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Nascido em 1946, o guitarrista completará 71 anos no próximo 6 de março. E segue firme e forte com sua carreira. A última turnê, do disco Rattle That Lock, passou por São Paulo, em dezembro de 2015, e lotou por duas noites o estádio do Palmeiras. O show quebrou uma espera de mais de 40 anos dos fãs brasileiros da banda e do guitarrista.

Com os cuidados de sua mulher Polly e a eterna força do rock and roll, quem sabe não possamos ver um David Gilmour em terras brasileiras novamente neste 2017, né? Afinal, foi mesmo um showzaço!

Enfim, aproveitando o primeiro post do ano para compartilhar ‘Comfortably Numb’, com a participação de Benedict Cumberbatch, o ator que interpreta o Dr. Estranho no cinema, e que deu o ar da graça – e da voz – numa apresentação recente de Gilmour. A música tem indiscutivelmente – sim, é um raro caso em que indiscutivelmente pode ser usado sem medo – um dos melhores solos de guitarra de todos os anos de existência do instrumento. Feliz 2017!