Um dia perigoso

Oscar Quiroga

23 de fevereiro de 2012 | 00h25

Das 0h25 de quinta-feira 23-2-12 até 0h49 de sexta-feira 24-2-12, horário de verão de Brasília, a Lua Nova de Peixes está VAZIA. No mesmo período, Mercúrio e Marte estão em oposição.

Um período perigoso, para dizer o mínimo, já que combina diversos fatores que, integrados, tendem a produzir acidentes e reações exageradas que culminam em crimes.
As afirmações não são feitas para evocar medo ou repulsa, mas para conclamar o espírito de paz que anda tão esquecido pela nossa humanidade, mesmo ela sabendo o quão precioso é e o quanto se perde quando se o deixa de lado.

Porém, a presunção sempre ressuscita, as pessoas sempre acabam se convencendo de que a vida começa e termina nos interesses particulares de cada uma delas e, por isso, em vez de se dedicarem a lutar por causas nobres que as dignifiquem acabam concentrando toda sua força em reações desmedidas que provocam acidentes e tiram vidas de dentro de famílias que, inclusive, dependem delas para sustento e felicidade.

Hoje é um dia perigoso, a Lua VAZIA se combina com o astral de fim de Carnaval, também com um aspecto brutal entre Mercúrio e Marte, que acelera e irrita a dimensão mental e, para arrematar, tem a onda de brutalidade que já vem vindo à solta pela maior proximidade de Marte com a Terra. Enfim, uma série de coincidências que se SINCRONIZA com a falta de elevação de nossa humanidade, promovendo discórdias que, combinadas com a soberba, fazem com que o ínfimo pareça enorme. O resultado? Crimes, mortes desnecessárias e irritação que provoca reações desmedidas.

Há antídoto? Claro que há! Elevação espiritual, pois a mesma energia que é canalizada para fins brutais é a que poderia ser focada nas alturas da realidade divina, na qual somos todos filhos do Altíssimo, feitos a sua imagem e semelhança. Porém, não busquem essa semelhança no corpo físico, esse é o Filho do Humano, o Filho de Deus que somos é essa faísca por enquanto oculta no coração, onde reside tanto poder e tanta magnificência que só depois de nos purificarmos devidamente para sermos dignos de sua presença a perceberemos e aproveitaremos devidamente.

Como nossa humanidade anda pouco purificada, a aproximação dessa magnitude é traduzida como um vale-tudo em que nossa humanidade brinca de dona dos desígnios divinos, para depois acordar com uma ressaca dos diabos, literalmente dos diabos, e amargar a culpa de ter pisado em várias jacas intencionalmente, pois recebeu todos os avisos intuitivos para deter essa voragem.

Próximo boletim será publicado às 0h49 de 24/2/12

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