Ser humano não é vítima

Oscar Quiroga

02 de setembro de 2011 | 08h51

 

Das 8h51 de sexta-feira 2-9-11 até 1h10 de sábado 3-9-11, horário de Brasília, a Lua que cresce em Escorpião está em sextil com Vênus e trígono com Marte. No mesmo período, Sol e Júpiter estão em trígono.

Todas as enciclopédias definem a Astrologia como o estudo da influência que os astros exercem sobre o reino humano e os indivíduos em particular. Esse conceito induz a um equívoco que não se limita ao âmbito da Astrologia.

O que é dado por sabido e raramente questionado é o conceito de nossa humanidade ser produto do meio ambiente, entidade passiva perante os acontecimentos e eternamente influenciada por esses, para o bem ou para o mal.

A Psicologia estuda o efeito da educação, dos traumas da infância e a influência do meio ambiente como as causas que produzem a personalidade humana.

A História trata o humano como vítima dos acontecimentos e alguns poucos como os precipitadores dos acontecimentos.

Na verdade, nossa humanidade é infinitamente menos vítima de quaisquer circunstâncias do que ela mesma imagina ser.

Nós somos eficientes organismos cósmicos de criação e por isso influenciamos a realidade muito mais do que ela nos influencia.

A Astrologia deveria ser considerada como a influência que nós, ativas partes integrantes do Universo, somos capazes de exercer na realidade em que existimos.

A Psicologia deveria tratar de conceituar o que nós, como pensadores internos cientes da capacidade de decidir, fazemos com as coisas que nos acontecem.

Nós não somos produto dos acontecimentos, somos aquilo que decidimos fazer com as coisas que nos acontecem e também somos a responsabilidade que assumimos por aqueles eventos que nós mesmos provocamos.

Próximo boletim será publicado à 1h10 de 3/9/11

 

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