Retome as negociações

Oscar Quiroga

03 de abril de 2012 | 18h16

Das 18h16 de terça-feira 3-4-12 até 10h35 de quarta-feira 4-4-12, horário de Brasília, a Lua que cresce em Virgem está em trígono com Plutão e Júpiter. No mesmo período, Mercúrio retoma progradação.

Agora é propício retomar as negociações que tenham empacado nas últimas semanas e lhes dar um toque definitivo. Ou seja, crie em sua mente o ânimo de que não é importante ganhar ou perder, mas colocar tudo em movimento de novo.

Com esse ânimo renovado e com a alma desapegada do resultado, você contribuirá para que o mundo adquira maior fluidez. Mesmo que o dinamismo renovado não sorria a você de imediato, pode contar com que inevitavelmente essa onda atingirá beneficamente seus negócios em algum outro momento.

É propício progredir, porém, é ainda mais propício compreender a verdadeira natureza do progresso disponível, para não se frustrar dando murro em ponta de faca.

A acumulação dos recursos materiais, sinal de riqueza nos tempos passados, deixou de ser a nota dominante do mundo, entrou em decadência e não irá se recuperar, apesar de todos os esforços. Isso é assim porque o progresso do mundo foi reformulado e conduzido para acontecer através da construção de laços de assistência mutua, o que na prática significa maior fluidez e dinamismo a todos os recursos disponíveis; intelectuais, artísticos, financeiros, etc.

Com o tempo alguns conceitos deixarão de fazer sentido, como os direitos autorais, porque nossa humanidade compreenderá a falácia de acumular em uma ou duas pessoas o produto de idéias que só poderiam ter surgido no mundo como efeito do esforço conjugado, ainda que inconsciente, de toda nossa humanidade.

O direito autoral é uma aberração, só pode reclamar para si algum direito quem tiver arregaçado as mangas e tornado a idéia uma obra consumada. Porém, mesmo assim, ninguém pode deter direitos sobre uma idéia, porque nossa humanidade não possui mentes individuais, a mente é uma só.

Próximo boletim será publicado às 10h35 de 4/4/12

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.