Remendos inúteis

Remendos inúteis

Oscar Quiroga

02 de maio de 2012 | 23h05

Às 23h05 de quarta-feira 2-5-12 a Lua que cresce ingressou em Libra e está em oposição a Urano e quadratura com Plutão até 14h27 de quinta-feira 3-5-12, horário de Brasília.

Os remendos que o mundo civilizado anda fazendo nos últimos anos não serão suficientes para deter o fluxo de novos conceitos que vieram a transformar para sempre esse supostamente civilizado mundo nosso da atualidade.

Civilizado seria esse mundo se o ser humano com suas necessidades e anseios estivesse sempre no topo da pirâmide das decisões, mas não é essa nossa realidade. Nós somos tratados como engrenagens descartáveis.

Por isso, graças às graças cósmicas, os remendos que custam trilhões não servirão de nada, são trilhões de ilusões; tudo que foi feito até aqui nesse sentido se provará de uma futilidade abissal, desintegrará no ar, pois não vale nada. São trilhões de papéis inúteis.

A única e verdadeira utilidade do que está acontecendo na atualidade é a de aproveitar o ensejo e transformar tão radicalmente esse mundo em que vivemos e somos que pouco ou nada sobre da antiguidade para ser sustentado.

Milhões de pessoas ao redor do mundo estão prontas para isso, mas as instituições, corporações e governos não estão, esses são os responsáveis de continuar colocando remendos sobre remendos.

Porém, o mundo não é feito de instituições, mas de pessoas que, se iniciarem o movimento de deixar os remendos de lado e começarem a experimentar novas e criativas formas de lidar com a realidade, aos poucos, mas de forma avassaladora, se criará um somatório de pontos de luz capaz de derrubar para sempre esse mundo que nos escraviza e substituí-lo por outro onde a retidão nos relacionamentos humanos seja a tônica constante e não mais uma eventualidade.

Faça sua parte, esta é sua importância entre o céu e a terra, somar-se à parte que todos desempenhamos e criarmos o todo que substituirá o mundo atual por outro, maior e melhor.

Próximo boletim será publicado às 14h27 de 3/5/12


Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.