O sublime que nunca é

Oscar Quiroga

27 de novembro de 2011 | 01h06

À 1h06 de domingo 27-11-11 a Lua Nova ingressou em Capricórnio e faz quadratura a Urano, conjunção a Vênus, trígono a Júpiter, conjunção a Plutão e trígono a Marte até 14h23, horário de verão de Brasília.

Independente de este período acontecer na madrugada e boa parte de um domingo que poderia ser como qualquer outro, embotado, lento e cheio de nada a fazer, na agenda cósmica se processa algo de natureza sublime e, como tudo que é elevado, encontra grande dificuldade para se expressar aqui na Terra.

É que nossa humanidade está habituada a olhar para o lado oposto do sublime, prefere as sombras, se identifica com elas, acha melhor cobiçar o poder dos vampiros do que se esforçar para ser Anjo.

Por isso e por outras “cositas” mais, o que era destinado a ser sublime pode acabar sendo um inferno.

Porém, nem tudo está perdido, há um grupo crescente de seres humanos que se esforça sistematicamente para ancorar aqui na Terra a melhor vibração possível. Para eles e elas este período será verdadeiramente sublime.

Já para os demais…

No âmbito institucional do mundo, mesmo sendo domingo se cozinham assuntos de enorme relevância que, certamente, serão noticiados durante esta semana que vem por aí.

Próximo boletim será publicado às 14h23 de 27/11/11

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