O despreparo de nossa humanidade

O despreparo de nossa humanidade

Oscar Quiroga

15 de setembro de 2012 | 09h52

Das 9h52 de sábado 15-9-12 até 8h27 de domingo 16-9-12, horário de Brasília, a Lua que transita por Virgem atinge a fase NOVA em conjunção com Mercúrio.

Ondas infinitas de Vida circulam graciosamente através de todas as entidades que compõem o Universo, sejam essas galáxias inteiras, estrelas individuais, seus corpos estelares chamados planetas, espécies inteiras da natureza ou indivíduos.

Por que nossa humanidade, então, teima em usurpar o que lhe oferecido graciosamente? Por que nossa humanidade precisa violentar a natureza e a Vida?

Que razões profundas e ocultas motivam tamanho despreparo para existir em SINCRONIA com essa graça universal?

Insegurança associada à ignorância? Pura maldade? Quem seria capaz de desvendar este enigma?

Uma coisa é certa, quando nossa humanidade não sofre pressões, angústias e abusos ela se organiza solidariamente, comprovando que é um equívoco afirmar que a natureza humana seja ruim e que só por força de domínio e repressão ela seria mantida na linha.

Pelo contrário, o excesso de domínio e repressão, formas de abusos disseminadas de forma solapada hoje em dia, são os grandes fatores motivadores de violência.

Querem nos convencer de que os recursos da natureza estão acabando e que fomos capazes de levar nosso planeta à destruição. Quanta soberba! Essa idéia só poderia advir de colocar nossa humanidade no centro do Universo e considerá-la a espécie de maior importância em nosso planeta Terra, e não é! Salvas as proporções, o reino vegetal está muito mais avançado em evolução do que nós, esse não perde tempo, de uma semente até o ápice de frutificação, tudo prossegue em sagrada devoção à causa da evolução.

Em nós as coisas são mais complicadas, porque há o livre arbítrio, nós evoluímos e nos salvamos apenas quando assim o decidimos e quando sustentamos essa decisão ao longo do tempo.

Não há atalhos, não há forma de acelerar; por isso, pretender assaltar com violência a fonte da graça universal nada mais é do que uma evidência de nós ainda não termos tomado essa sagrada decisão.

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