Mudar tudo

Mudar tudo

Oscar Quiroga

18 de julho de 2013 | 14h55

 

Às 14h55 de quinta-feira 18-7-13 a Lua que cresce ingressou em Sagitário e está em quadratura com Netuno, trígono com Urano e Vênus até 12h01 de sábado 20-7-13, horário de Brasília. No mesmo período, Saturno e Netuno em trígono.

Você reconhece que é propício mudar tudo, você sabe, de dentro para fora, que seria impossível continuar vivendo a vida “normal” sem sofrer por isso, pois sua alma não identifica mais nada para ela nessa normalidade.

A única coisa que ela consegue identificar nessa normalidade é uma prisão na qual se esvai o tempo e todos os recursos que poderiam ser destinados a construir uma vida muito mais vibrante, feliz e cheia de brilho, condições sonhadas, condições que sua alma sabe merecer, pois nasceu para isso.

Por que então todos nos metemos nessas prisões da normalidade? Por que ficamos esperando que algo portentoso aconteça para nos tirar disso?

O último portento aguardado foi o fim do mundo, mas esse foi cancelado, e o que nos restou foi termos de enfrentar nossas próprias sombras, mas também ressuscitar nossas luzes, pois elas são capazes de nos guiar da ignorância à sabedoria.

O processo, porém, não é automático, precisa ser decidido.

O normal seria termos décadas e mais décadas para fazer isso, mas as coisas parecem ter adquirido uma aceleração incomum, uma pressão para que nos importemos a cada dia mais com o que temos em comum que, afinal, é infinitamente maior do que os nossos problemas particulares.

Nossos problemas particulares só tem uma perspectiva de se solucionarem, a de todos nos importarmos sistematicamente com melhorar o espaço em comum, o bem comum. Isso solucionaria de uma tacada só mais de 90% de nossos problemas particulares.

A alma humana sabe disso, mas continua ainda presa em sua “vida normal”, ciente de que essa não tem mais nada a lhe oferecer.

Os próximos tempos são desafiadores, porém, muito ricos para que se atrever a dar o ousado passo de se dedicar a viver como um verdadeiro humano o deve fazer, importando-se insistentemente em fazer com que sua presença irradie benefícios a todas as pessoas, próximas e distantes.

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