Série ‘O Nome da Rosa’, adaptação da obra de Umberto Eco, ganha data de estreia

Série ‘O Nome da Rosa’, adaptação da obra de Umberto Eco, ganha data de estreia

Nova versão do best-seller do autor italiano chega dia 7 de maio ao Starzplay

Eliana Silva de Souza

28 de abril de 2020 | 13h02

Série 'O Nome da Rosa', com John Turturro (foto Starzplay)

Série ‘O Nome da Rosa’, com John Turturro (foto Starzplay)

Best-seller do escritor italiano Umberto Eco (1932-2016), O Nome da Rosa ganha agora a versão de série, que está programada para estrear no dia 7 de maio na plataforma Starzplay. Dirigida por Giacomo Battiato, produção de época se passa em um mosteiro franciscano no ano de 1327. Em clima de reclusão e suspense, o monge William Baskerville, interpretado por John Turturro, que também é um dos produtores, inicia uma investigação, que toma novo rumo ao se deparar com assassinatos. Também estão no elenco, Rupert Everett, como o inquisidor Bernard Gui, Michael Emerson, James Cosmo e Greta Scarano. Em 1986, a obra de Eco foi transposta para o cinema, no filme protagonizado por Sean Connery.

Era engano
Com dez episódios, a série r, sim, apenas a letra R e em minúscula, estreia nesta terça, 28, às 23h30, no canal Paramount Network. O drama policial é protagonizada pelo ator Mauricio Ochamann, que vive Francisco ‘Franco’ Barrón, que recebe o diagnóstico falso de que não terá muito tempo de vida. A partir daí, sua vida toma um rumo bem estranho, com uma avalanche de emoções em meio a situações as mais variadas, com muita loucura e excessos. Tudo fica ainda mais complexo quando, ao se defender, Franco mata um poderoso negociante de diamantes. Na sequência, chega a informação de que ele havia recebido o diagnóstico errado, sua saúde está ótima, mas sua vida vai continuar de ponta-cabeça.

Cronista do Brasil
Em mais um episódio da série Matizes do Brasil, o Canal Curta! exibe, nesta terça, 28, às 23h30, material sobre Djanira (1914-1979). Nome de destaque do Modernismo brasileiro, a pintora, desenhista, ilustradora, cartazista, cenógrafa e gravurista tem sua obra marcada pelo registro de costumes, personagens e paisagens do Brasil. Produção destaca seu legado e suas obras, que são lembrados e comentados por críticos e curadores como Frederico Morais, Isabella Rjeille e Mônica Xexéo. A direção é de Bianca Lenti.

 

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