Nos 60 anos de morte de Villa-Lobos, canal Film&Arts exibe documentário sobre o maestro

'Villa-Lobos: De Bach Ao Brasil', de Carlos de Andrade, entra no ar às 22h deste domingo, 17; aprecie algumas interpretações da obra do maestro, compositor, violoncelista, pianista e violonista

Eliana Silva de Souza

17 de novembro de 2019 | 09h00

 

O maestro Heitor Villa-Lobos (foto Film&Arts)

O maestro Heitor Villa-Lobos (foto Film&Arts)

Há exatos 60 anos, morria o maestro Heitor Villa-Lobos. Um dos maiores nomes da música clássica brasileira, Villa-Lobos deixou sua marca também como compositor, maestro, violoncelista, pianista e violonista. Natural do Rio de Janeiro, onde nasceu em 5 de março de 1887 e morreu em 17 de novembro de 1959, Villa-Lobos é reconhecidamente um dos mais importantes músicos latino-americanos, autor de canções mundialmente famosas, como é o caso das Bachianas. Em homenagem a esse dia, o canal Film & Arts exibe, às 22h, o documentário Villa-Lobos: De Bach Ao Brasil. Dirigido por Carlos de Andrade, o filme traz a biografia do músico e sua trajetória.

No decorrer do filme, sua música surge em meio ao contexto político e social de sua época. Muitos são os depoimentos, como o do violonista Turíbio Santos: “O Brasil é uma floresta. E a floresta é Villa-Lobos. Ele vai até a floresta e transmite a história do povo brasileiro e toda a sua musicalidade. O Villa foi um autodidata, que soube reverberar todos os nossos ecos passados e futuros”, afirma o músico.

E surgem ainda o pianista Arthur Rubinstein, que fala do músico e amigo, Andrés Segovia, destacando pontos de sua trajetória, e o jovem Gustavo Dudamel, relatando suas impressões ao entrar em contato com a obra de Villa-Lobos.

 

 

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