‘BBB17’ troca dramaturgia por tecnologia

‘BBB17’ troca dramaturgia por tecnologia

Gabriel Perline

20 Janeiro 2017 | 11h46

Foto: Divulgação/Globo

Foto: Divulgação/Globo

Pedro Bial via o Big Brother Brasil como um produto de dramaturgia da Globo.

Prova disso eram os textos que preparava para narrar a competição e o tradicional discurso de eliminação, que coroava a saída dos participantes.

Com Tiago Leifert será diferente. A dramaturgia dará lugar à tecnologia no BBB17.

O novo apresentador comandará uma mesa eletrônica e poderá acionar, a qualquer momento, comandos internos que impactem na dinâmica da casa, como uma chamada do Big Fone ou o anúncio de uma prova surpresa, tudo para gerar reações espontâneas entre os confinados.

Na sala, o telão que projetava a imagem de Bial foi substituído por um totem de 2,5 metros de altura, responsável por ‘colocar’ Leifert de corpo inteiro entre os participantes.

Votação. Os votos do público deixam de ser computados por região e voltam ao antigo padrão. A justificativa é que o modelo adotado no ano passado não alterou os resultados das eliminações.

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