Vortex, Rally, Cavaleiro Negro: Pinball também é cultura
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Vortex, Rally, Cavaleiro Negro: Pinball também é cultura

Ricardo Lombardi

17 de agosto de 2009 | 07h17

Sou suspeito porque gosto de pinball desde a época em que a “cultura do fliperama” ainda existia em São Paulo (antes de ser engolida pelos shoppings e pela segurança caseira dos videogames). Isto posto, divido um achado com os leitores: a loja/oficina/ateliê de Rogers Caramelo, em Santo André, São Paulo, que reforma — e vende — máquinas de pinball antigas (e algumas novas, como uma dos Simpsons fabricada pela Stern). Estive lá duas vezes e, de certa forma, vivi meu momento proustiano enquanto jogava e testava uma Vortex, uma Rally e uma Cavaleiro Negro. No site dá para ver as máquinas disponíveis e os preços (é como carro: as mais raras são as mais caras). Pelo que percebi na conversa que tive com ele, muita gente está querendo ter uma dessas em casa, hoje em dia. Um revival. Bacana. Na foto do alto, Rogers mexe numa Medieval Madness, considerada a top 1 do mundo pelo site Pinside. (Crédito das fotos, Felipe Gombossy).

PS: a Stern, nos Estados Unidos, é a única fábricante de máquinas novas no mundo. O New York Times fez até uma matéria sobre ela uma vez. Gary Stern disse na entrevista que seus produtos estão indo parar mais em salas de casas e menos no cantinho de algum bar. Boa pauta.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.