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Uma teoria para os filmes de estrada

Ricardo Lombardi

10 de novembro de 2007 | 10h44

A revista do New York Times que circula com o jornal de amanhã traz um texto do diretor brasileiro Walter Salles sobre “road movies”. O título: “Notes for a Theory of the Road Movie“. Os jornais vão brigar para ver quem compra primeiro os direitos de publicação no Brasil, imagino. Um trecho: “There is no such thing as two road movies that look alike. In terms of film grammar, the road movie is limited only by one obligation: to accompany the transformations undergone by its main characters as they confront a new reality. The road movie is not the domain of large cranes or steady-cams. On the contrary, the camera needs to remain in unison with characters who are in continual motion — a motion that shouldn’t be controlled. The road movie tends, therefore, to be driven by a sense of immediacy that is not dissimilar from that of a documentary film.” Salles está trabalhando na adaptação de “Pé na Estrada”, de Jack Kerouac, para o cinema.
PS: Quem quiser comprar o artigo deve entrar em contato com Regina Marzagão: marzars@nytimes.com

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