As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Uma teoria dos nomes

Ricardo Lombardi

11 de março de 2008 | 06h52

Um texto interessante publicado no New York Times de hoje sobre “nomes”, inspirado no lançamento do livro “Bad Baby Names“. Pelo que entendi, estudos mostram que crianças com nomes bizarros tiram notas mais baixas e são menos populares do que seus coleguinhas na escola. Mas ao entrevistarem adultos com nomes estranhos, os autores do livro chegaram a um resultado diferente: “‘They were very proud of their names, almost overly proud,’ Mr. Sherrod said. ‘We asked if that was a reaction to getting pummeled when they were little, but they said they didn’t get that much ribbing. They did get a little tired of hearing the same jokes, but they liked having an unusual name because it made them stand out.'” Um psicólogo que foi ouvido para a matéria disse que uma pessoas com nome estranho desenvolve um “melhor senso de auto-controle”. Ok, então.
PS: Sobre o mesmo assunto, achei este pequeno texto da Austrália, que joga luz sobre uma “tendência”: os pais dão nomes comuns, mas escritos com jeito de “mensagem de texto” de celular. Difícil de acreditar.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.