"Titlenomics" ou a arte de dar um título a um best-seller
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"Titlenomics" ou a arte de dar um título a um best-seller

Ricardo Lombardi

17 de junho de 2009 | 07h07

Como criar o título de um best-seller? Tente copiar algo que já deu certo. O New York Times usa o lançamento do livro “Womenomics”, de Claire Shipman e Katty Kay, como gancho para falar do assunto. O título do livro pega carona — ou copia, se preferir — em “Freakonomics”, sucesso de Steven Levitt e Stephen Dubner. Mas elas não foram as primeiras: as livrarias americanas já vendem “Obamanomics”, “Slackonomics” e “Invent-onomics 101”. E o texto diz que em breve teremos “Scroogenomics: Why You Shouldn’t Buy Presents for the Holidays”. O autor informa que esse tipo de manobra das editoras não é uma novidade e um bom título pode “inspirar” uma dúzia de outros. Exemplo: o livro “Declínio e Queda do Império Romano”, de Edward Gibbon, publicado pela primeira vez em 1776, inspirou variantes por mais de dois séculos (basta trocar Império Romano por qualquer coisa: Igreja Católica, CIA ou indústria automobilística). Outro exemplo: “Prozac Nation” que gerou livros como “Fast Food Nation”.

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