"Silhueta olímpica"
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"Silhueta olímpica"

Ricardo Lombardi

08 de agosto de 2008 | 06h40

A revista New Yorker publicou, em maio, um texto crítico sobre as novas obras arquitetônicas da cidade de Pequim, encomendadas para a olimpíada (postei sobre o assunto aqui). Para quem prefere ler em português, ponto para a Piauí, que traduziu a matéria para a nova edição. O trecho de abertura ficou assim: “Para entender a importância dos XIX Jogos Olímpicos para a China, basta ver onde foi construído o Parque Olímpico. Durante o primeiro boom imobiliário de Pequim – seiscentos anos antes do atual –, a cidade se distribuía simetricamente dos dois lados de um eixo norte-sul. Como ocorre em Paris – onde o Louvre está alinhado com o Jardim das Tulherias, o Arco do Triunfo e a avenida dos Champs-Elysées –, as estruturas de maior importância simbólica de Pequim sucedem-se ao longo de um eixo principal. No centro fica a antiga residência imperial da Cidade Proibida. Ao norte fica o Jingshan, um parque que cerca um morro artificial onde dizem que se enforcou o último imperador da dinastia Ming, e, além dele, a Torre do Tambor e a Torre do Sino, que por muitos séculos indicaram a hora aos moradores da cidade.”

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