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Paolo Conte no Festival de Montreaux, 1989

Ricardo Lombardi

04 de agosto de 2013 | 19h33

Imperdível. Quem melhor falou sobre Paolo Conte foi o meu amigo Renato Modernell. Repito: “Não é fácil traduzir em palavras o fascínio singular da música de Paolo Conte. Ele pertence à linhagem de trovadores intimistas em que também poderíamos incluir Leonard Cohen e Bob Dylan. Enfim, artistas que nos cativam não só pelo que produzem, mas também por um certo modo dissonante, talvez esquivo, de estar no mundo. Nestes tempos globalizados, em que os gênios têm de respirar nas frestas do mercado, a simples existência de compositores desse tipo já é um pequeno milagre.”

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