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Os 90 anos do nascimento de Jackson do Pandeiro

Ricardo Lombardi

09 de novembro de 2009 | 06h17

“(…) No fim de 2008, às vésperas da comemoração dos 90 anos do seu nascimento, os restos mortais de Jackson foram transportados do cemitério do Caju, no Rio, onde estavam enterrados, para sua cidade natal Alagoa Grande, de onde ele emigrou aos 10 anos, andando a pé. Agora estão no Memorial Jackson do Pandeiro, onde há um museu com documentos, fotografias, 120 discos e 417 músicas digitalizadas. Duas delas só foram descobertas no ano passado, como informou ao jornal O Estado de S.Paulo o biógrafo Fernando Moura, também idealizador do memorial. De Moura, ainda, é o roteiro do documentário Jackson do Pandeiro — uma identidade nacional, dirigido por Gilson Renato, que perpetua a atuação do paraibano responsável pela expansão da cultura nordestina no país e no planeta”, escreve Tárik de Souza  no texto “Jackson do Pandeiro, Ás do Sincopado”, publicado na mais recente edição da revista Retrato do Brasil. Acima, Jackson canta “Cintura Fina” em 1976.

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