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O "Lonely Planet" e o Brasil

Ricardo Lombardi

14 de abril de 2008 | 09h08

Os editores dos guias “Lonely Planet” não gostaram nada do livro de memórias de um de seus colaboradores, Thomas Kohnstamm, que confessa ter inventado partes de livros — além de ter vendido drogas para bancar uma viagem. Ontem a Reuters divulgou o assunto. Hoje, o Daily Telegraph deu detalhes sobre a passagem dele pelo Brasil: “But in a warts-and-all account of how he came to write Lonely Planet’s guide to Brazil, the American writer Thomas Kohnstamm has revealed a world where good reviews may be exchanged for sex or a free room for the night, and decisions on which restaurants to include are dependent on the whims of a hard-up author without time to check the details. (…) He also recounts how he shared his apartment with a Brazilian prostitute called Inara. Short of cash, he admitted selling ecstasy to pay his way.” Os editores dizem que estão revisando todas as obras de Kohnstamm, que escreveu sobre o Brasil, Colômbia, Caribe, Venezuela e Chile, entre outros destinos. Esta outra matéria, de um jornal australiano, diz que ele escreveu sobre a Colômbia sem sequer ter visitado o país.

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