"O homem que reinventou a roda"
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"O homem que reinventou a roda"

Ricardo Lombardi

08 de julho de 2008 | 06h56

Na capa da revista Bravo de julho, uma matéria de Gisele Kato sobre a exposição Marcel Duchamp: Uma Obra que não É uma Obra “de Arte”, que estará aberta a partir do dia 16 no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Um trecho: “A revolução perpetrada pelo francês é mais difícil de definir por causa de sua complexidade e da maneira anárquica com que ele mudou tudo na esfera artística. O conceito que orientou seu trabalho, no entanto, é bastante claro. Com Duchamp nasceu a idéia de que uma obra só está completa quando a ela se soma a interpretação do outro — no caso, o espectador. O maior artista do século 20 chegou a usar a expressão ‘arte retiniana’ para definir as criações de seus antecessores, voltadas para a pura admiração da imagem captada pelos olhos. Ele não se contentava mais em jogar apenas com a visão: estimulava uma verdadeira troca intelectual com o admirador de suas peças. Pode-se dizer que tudo o que se chama hoje de arte contemporânea, das Marilyn Monroe de Andy Warhol às performances de Joseph Beuys, deriva, em alguma medida, de sua idéia seminal.” Neste link, uma exposição virtual com obras do artista.

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