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No ano do Centenário, o jovem palmeirense não grita por ninguém

Ricardo Lombardi

22 de agosto de 2014 | 12h30

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De todos os textos que li sobre o centenário da Sociedade Esportiva Palmeiras, este aqui do Matheus Pichonelli, publicado pela Carta Capital, é o que melhor capta o sentimento de melancolia inescapável da torcida palmeirese. Um trecho:

“(…) Daqui a alguns dias o Palmeiras completará cem anos de existência. Estive presente e acompanhei de perto, mesmo de longe, 20 anos dessa história. Vivi, neste período, dois momentos distintos. O primeiro foi glorioso, embora duro. Não me refiro às conquistas (foram muitas), mas à incorporação de uma carta de princípios, para usar a expressão de meu amigo Leandro Beguoci, gravada no próprio hino do clube. Conheci assim não o alviverde vitorioso ou invencível, mas o alviverde Imponente, ciente da dureza do prélio que o aguardava e que aguardava, sobretudo, os adversários. Não era impossível vencer aquele time, mas era preciso suar para conseguir batê-lo. Era preciso correr. Era preciso se superar. Um visitante que saísse do Parque Antártica com um empate na bagagem tinha motivos para comemorar durante a semana inteira. Este primeiro período durou entre 1993 e 2004. Sim, abarca o primeiro rebaixamento e a derrota para o ASA de Arapiraca e outras quedas que, quando materializadas, causavam surpresa, jamais resignação. (…)”

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