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Nada de vídeos no trabalho

Ricardo Lombardi

05 de março de 2008 | 09h00

Nos Estados Unidos, empresas começaram a bloquear o acesso de seus funcionários ao YouTube e ao MySpace, depois que descobriram quanto tempo por dia o pessoal gastava vendo vídeos, informa o Wall Street Journal. “Eu quase caí da cadeira quando vi quantas pessoas estavam fazendo isso”, disse um dos entrevistados, que trabalha na TI (o que ele descobriu: 70% dos 125 empregados gastavam 1 hora por dia na “atividade”). Um trecho da reportagem: “Worker productivity is being jeopardized as short, often low-quality video clips popularized by YouTube are being joined by better-quality video services with long-form content. According to a study released last month by Nielsen Online, an Internet tracking service owned by Nielsen Co., the heaviest consumption of Internet video is during weekday lunch hours between 12 p.m. and 2 p.m., when most people are at work.” Leia aqui.

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