"Imaginar que o fim do mundo está perto faz as pessoas se sentirem especiais"
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"Imaginar que o fim do mundo está perto faz as pessoas se sentirem especiais"

Ricardo Lombardi

23 de agosto de 2010 | 10h09

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Na edição da Scientific American dedicada ao “fim”, Michael Moyer escreve sobre o nosso terror pelo apocalipse (dos maias ao aquecimento global).  A ideia central:

“The desire to treat terrible events as the harbinger of the end of civilization itself also has roots in another human trait: vanity. We all believe we live in an exceptional time, perhaps even a critical moment in the history of the species. Technology appears to have given us power over the atom, our genomes, the planet—with potentially dire consequences. This attitude may stem from nothing more than our desire to place ourselves at the center of the universe.”

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