Há esperança contra a ressaca?
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Há esperança contra a ressaca?

Ricardo Lombardi

19 de maio de 2008 | 07h45

Na New Yorker que chega às bancas hoje, uma instrutiva matéria de Joan Acocella sobre a ressaca. “Existe esperança para a ressaca?”, pergunta. O texto começa assim: “Of the miseries regularly inflicted on humankind, some are so minor and yet, while they last, so painful that one wonders how, after all this time, a remedy cannot have been found”. Mais adiante fico sabendo que Kingsley Amis descreveu a abertura de “A Metamorfose“, de Franz Kafka, como “a melhor representação literária da ressaca”. Algumas instruções também aparecem: “In general, darker drinks, such as red wine and whiskey, have higher levels of congeners—impurities produced by the fermentation process, or added to enhance flavor—than do light-colored drinks such as white wine, gin, and vodka.” Vale a pena ler. Ainda sobre o mesmo assunto, o Wall Street Journal de sábado publicou uma matéria sobre Kingsley Amis, “o artista da ressaca”.

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