A yakuza, vista por um repórter policial
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A yakuza, vista por um repórter policial

Ricardo Lombardi

14 de maio de 2008 | 06h40

Boa reportagem publicada pelo Washington Post sobre a máfia japonesa, a yakuza. O autor, Jake Adelstein, mora no Japão desde 1988 e trabalha como repórter policial para o maior jornal japonês, o Yomiuri Shimbun, o que o ajudou muito na construção de uma matéria num tom mais pessoal, em primeira pessoa, com muitas informações interessantes. Um trecho: “The Japanese National Police Agency (NPA) estimates that the yakuza have almost 80,000 members. The most powerful faction, the Yamaguchi-gumi, is known as “the Wal-Mart of the yakuza” and reportedly has close to 40,000 members. In Tokyo alone, the police have identified more than 800 yakuza front companies: investment and auditing firms, construction companies and pastry shops. The mobsters even set up their own bank in California, according to underworld sources. Over the last seven years, the yakuza have moved into finance. Japan’s Securities and Exchange Surveillance Commission has an index of more than 50 listed companies with ties to organized crime.” Imagino que os editores do Post tenham encomendado o texto a Adelstein por causa do livro que ele está lançando em breve: “Tokyo Vice: An American Reporter on the Police Beat in Japan”.

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