A eterna insatisfação
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A eterna insatisfação

Ricardo Lombardi

28 de maio de 2008 | 07h25

Eugenio Mussak, na mais recente Vida Simples, trata de um tema que sempre interessa: “Por melhores que estejamos, parece que estamos sempre buscando padrões, perfeições que não existem. Por que estamos sempre insatisfeitos?” Um trecho da resposta: “A maneira mais simples de abordar o tema da insatisfação humana é equacionar a distância que há entre ambição e ganância. Explicar que ambição é um sentimento bom, pois ele promove o crescimento, a busca intelectual, a dedicação ao trabalho, a superação dos limites. E que ganância é uma qualidade deplorável, pois o ganancioso quer cada vez mais para si em detrimento dos outros. Ambos são eternamente insatisfeitos, e sempre acham que têm um destino maior. Só que o ambicioso quer chegar lá para se realizar e compartilhar, enquanto o ganancioso quer chegar primeiro para pegar a parte maior e não ter que repartir. O ambicioso constrói, o ganancioso destrói. A ambição pertence às qualidades do homem; a ganância, a seus defeitos.” Leia o texto completo.

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