Viola Davis ganha seu Oscar na terceira indicação e deixa política de lado no discurso

O Estado de São Paulo

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Emocionada, atriz prefere elevar o ofício de atriz e esquecer a política e Donald Trump

Viola Davis (Crédito: Chris Pizzello/AP)

Viola Davis é especialista em discursos. Ao aceitar o Oscar, o seu primeiro, não foi diferente. Em vez de buscar temas mais políticos ou sociais, a atriz de 51 anos preferiu falar sobre o seu ofício.

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“As pessoas me perguntam como procuro histórias que quero contar, e eu digo para elas procurarem por histórias nos quintais”, diz a atriz, em uma referência ao nome do filme Um Limite Entre Nós, que, em inglês, se chama “fences” (ou “cercas”, em tradução livre).

“Devemos ir atrás daquelas histórias enterradas nos quintais. Desenterrem essas histórias, essas pessoas, essa gente que sonhou grande mas nunca viu seus sonhos realizados. Gente que amou, mas perdeu um amor. Eu fico feliz em me tornar artista, porque essa é a única profissão que celebra o significado da vida.”

 

Foi a terceira indicação para Viola Davis. Até a vitória ao interpretar Rose Maxson, no filme dirigido e protagonizado por Denzel Washington, ela havia sido lembrada pela Academia em Dúvida, de 2008, e Histórias Cruzadas, de 2011.

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