Rita Lee dará rara entrevista a Pedro Bial: ‘Estou achando muito louco esse negócio de ser careta’
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Rita Lee dará rara entrevista a Pedro Bial: ‘Estou achando muito louco esse negócio de ser careta’

Pedro Antunes

03 Maio 2017 | 17h09

Cantora será entrevista no segundo programa do jornalista na TV Globo que vai ao ar nesta quarta-feira, 3 

Rita Lee, durante o lançamento de sua autobiografia (Crédito: Gabriela Biló / Estadão)

Rita Lee é a entrevistada da segunda edição do programa Conversa com Bial, que irá ao ar na noite desta quarta-feira, 3, na TV Globo.

A entrevista concedida a Pedro Bial, exibida depois do Jornal da Globo, é uma rara aparição da cantora e roqueira, que prefere manter suas conversas com jornalistas restritas a trocas de e-mails.

No papo, a artista de 69 anos disse estar “careta”, ou seja, sem usar drogas (ilícitas e lícitas, é difícil dizer) há 11 anos. “Canalizei minha energia e estou achando muito louco esse negócio de ser careta”, disse ela, de acordo com o site Gshow, da Globo, e continua: “Desde que minha neta nasceu. Canalizei minha energia e estou achando muito louco esse negócio de ser careta”.

O programa também celebrará as 200 mil cópias vendidas da autobiografia de Rita, intitulada Rita Lee: Uma Autobiografia, desde o ano passado. “Achei que ninguém fosse ler. Eu escrevia o que ia puxando da memória, mas nunca pensei em lançar. Fiz daquilo um diário e fui pegando gosto de lembrar das coisas. Exorcizei alguns dramas, ri das coisas que fiz. E eu esculacho pra chuchu!”, diz.

Em outro trecho divulgado da entrevista, Rita explica que continua fazendo música – algo que ela disse durante o período de divulgação da entrevista. “Eu componho ainda. Não larguei a música, só larguei o palco. Pulei mais de 50 anos, tá bom, né?”, disse.

Ela também relembrou seu início de carreira, nos anos 1960. “Na minha época, diziam que mulher não podia usar calça. Fui lá e usei. Depois, me disseram que pra fazer rock tinha que ter colhão. Eu, com meu útero e ovários, fui fazer rock. Diziam também que mulher não podia falar de sexo e prazer. Fui lá e fiz música sobre isso.”

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