Rei dos iconoclastas, David Bowie completa 68 anos de música e arte
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Rei dos iconoclastas, David Bowie completa 68 anos de música e arte

08 Janeiro 2015 | 15h53

“Sue, eu encontrei o recado que você escreveu na última noite”, diz a letra da mais recente música inédita de David Bowie, “e não pode estar certo, você foi com ele. Sue, eu nunca sonhei que fosse tão bobo, desde o início, e você fugiu com aquele palhaço” – (Sue (Or In A Season Of Crime), do álbum Nothing Has Changed, coletânea de 2014).

Rei dos iconoclastas, David Jones – que mudou de nome para Bowie em 1966 quando Davy Jones, dos inacreditáveis Monkees, virou sucesso internacional – completa nesta quinta-feira, 8 de janeiro, 68 anos. Isso no mesmo dia que Elvis Presley completaria 80.

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Desde 1967, com o álbum homônimo de estreia, o inglês construiu uma das reputações mais originais de toda a história do rock’n’roll mundial – não sem problemas de sempre, altos e baixos, um alienígena, raios, purpurina, dezenas de participações no cinema, shows como tecladista anônimo de Iggy Pop, uma participação de um Stevie Ray Vaughan ainda desconhecido, um disco do Lou Reed produzido, músicas com John Lennon e Freddie Mercury, uma turnê com o Nine Inch Nails fracassada, um problema sério no coração, uma participação em Anywhere I Lay My Head (tributo de Scarlett Johansson [ela mesma] a Tom Waits), até uma espécie de ressurgimento triunfal com The Next Day, primeiro álbum inédito em 10 anos, em 2013.

Justamente por tudo isso e muito mais todo mundo conhece os grandes sucessos: Space Oddity, Heroes, Fame, Rebel Rebel, etc.

A revista americana Rolling Stone separou algumas “canções insanamente demais que apenas fãs malucos conhecem”. Boa – e lá vão algumas delas:

Always Crashing the Same Car (do álbum Low, de 1977):

Looking for Satellites (do álbum Earthling, 1997):

Criminal World (do álbum Let’s Dance, 1983):

Bring Me The Disco King (do Reality, de 2003):

Stay (do Station to Station, 1976):

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